quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Decidiremos!

Venho pensando no problema mais grave que o Vasco enfrentou esse ano além da busca pelo milésimo gol: Decidir na hora de decidir. Aliás, o jogo contra o Cruzeiro só serviu para validar o que havia frisado anteriormente neste mesmo blog (escrever "frisado" é o que me faz sentir comentarista esportivo). Bom começo de jogo, certo domínio, um certo número de chances desperdiçadas, e então, levamos um gol. Fim de jogo. Desorganização. Correria. Faltas. Passes errados. Voltamos ao bom e velho Bumba-Meu-Vasco.
No entanto, nesta quarta-feira, a história foi bem diferente. Não foi um bom jogo. Não foi mesmo. Vasco entrou dominando, mas sem muita criatividade, exceto Leandro Amaral, que logo botou Wagner Diniz na cara do gol, mesmo todos nós sabendo que a chance dele converter era mínima. Já estava prometendo alguma coisa. O time jogou com muita aplicação tática e pouca aplicação técnica. Então, apareceu o espírito de luta dele.
Simplesmente ele fez o primeiro, deu o passe para o segundo e fez o terceiro, aos 45 do segundo tempo, exatamente para não permitir qualquer reação. Fim de papo, 3 x 0.
Na hora de decidir, pela primeira vez na temporada, decidimos. Espero que se torne rotina a partir daqui, pois a hora de decidir a vaga pra Libertadores do ano que vem é agora. Santos fora e Palmeiras em casa.
Agora o Lanús, coitados, isso é uma injustiça. Onde já se viu obrigá-los a jogar em um gramado em ótimas condições? Voltem para casa, meus filhos e podem passar em São Paulo para da uma carona para o Boca, que também foi despachado. Só uma sugestão: evitem o aeroporto de Congonhas.
PS: Que festa a mídia está fazendo para o Palmeiras. Todos dizendo que o verdão só depende dele mesmo para conseguir a vaga! Agora, do Vasco, ninguém diz que está com um jogo a menos e se ganhar, passa o Palmeiras no saldo de gols. Além disso, eles ainda têm que vir aqui ganhar da gente dentro do caldeirão. Boa sorte pra gente, e que vença o Vasco!

Um abraço
Saudações Cruz-Maltinas

domingo, 23 de setembro de 2007

Pode apostar, o Botafogo estará na "lili" em 2008

  1. Engenhão , Quarta feira 19 de setembro,inauguração,não poderia ser melhor estréia da nova casa alvinegra,o melhor time do Brasil agora tem o melhor estádio do Brasil. A estréia não poderia ser melhor,alias a estréia foi contra o florminense 2x1 mas não vale o mando era deles e foi um evento teste o estádio estava dividido mas quem cantou mais alto foi a loucos,festa alvinegra.Voltando ao jogo contra o River pela “susu”,competição na qual o flor não joga devido a não classificação do time no brasileiro de 2006.Jogo tenso como qualquer jogo contra um time argentino seria. Mas contamos com um fator decisivo o time estava totalmente focado no jogo e motivado para aquela partida, time vibrante,buscando a vitória o tempo inteiro,e se o time goleasse não seria nenhum absurdo. Não a como negar que o botafogo foi o melhor time a estréias na fase internacional da “susu”, jogando o melhor futebol dominou a partida que acabou com vitória de 1x0 para o dono do estádio,com um golaço de joilson, o craque do jogo,quinta feira temos partida dura mas o fato de não termos tomado gol em casa já conta muito a nosso favor,e só marcarmos um gol lá,tarefa nada fácil,mas o empate é nosso também. O melhor de tudo foi depois de 6 meses completar dois jogos sem tomar gol,e o Max não comprometeu e passou noventa minutos sem sofrer gol,vale frisar que o River nada criou,esboçou uma reação no final,nada mais do que isso. Vale lembrar que o botafogo cometeu erros bobos nesse jogo,perdeu uma infinidade de gols e só jogou um tempo e meio porque na outra metade do segundo tempo vimos o time argentino pressionar,e tome sufoco.
  2. Maracanã ,23 de setembro de 2008,o botafogo cai pra sétimo lugar no brasileiro a um ponto do G4. Parece pouco, mais é muito pra um time que apresenta uma irregularidade enorme dentro de campo. A seqüência de 3 vitórias que parecia mostrar um novo time e dava uma esperança não só torcida mas ao time também não valeu de nada diante do clássico. Um time apático sem vontade em campo, nada parecia com aquele time que em menos de quatro dias havia derrotado o River por outra competição. Não sei se foi o gol no inicio do jogo que deu um banho de água fria nos jogadores ,mas sei que se jogarmos assim quinta feira estaremos eliminados da "susu",ultima esperança de titulo nesse ano. Um time não pode se abalar desse jeito ao levar um gol no inicio do jogo , e para a infelicidade da torcida foi uma noite pra se esquecer,um dos melhores jogadores desse time , peça chave , falhou feio no lance do primeiro gol. Alem de dar condição a Tiago neves(nome que simboliza bem esse time,"neves") completou o cruzamento de carrinho pro fundo das redes. Uma coisa eu aposto com qualquer leitor e os amigos do blog. O Botafogo estará na “lili” em 2008.É obrigação desse time.

    Susu:
  3. Melhor em campo:Joilson (dribles e mais dribles no primeiro tempo,foi premiado com um belíssimo gol)
    Pior em campo :Renato silva(Quase entrega o ouro em uma bola ganha que era só ele bicar pra lateral)
  4. Brasileiro:
  5. Melhor em campo:Ninguém(Difícil escolher,o time inteiro jogou mal)
  6. Pior em campo:Todos (Um em especial, Coutinho-quem é coutinho?-,péssima contratação,tinha que ser vascaíno)
    Agora como todo post tem o famoso “ps”,ai vai:
    Ps : Pergunta que não quer calar.O “Rosa choque Tricolet” andava sumido. Será que depois de quase dois anos sem ganhar um clássico vovô ele reaparece?
    Saudações alvinegras
    *(escrito ao som de Seu jorge-São gonça)*

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Fazendo Diferença (Flamengo 1 x 1 Vasco)

E aí galera de plantão

Vasco e Flamengo, Flamengo e Vasco. Não precisa de maiores apresentações. Gigante em números, histórias e rivalidade. Os ânimos costumam de exaltar antes, durante e depois de tal clássico.
Como já ouvimos a semana inteira, o empate não foi bom para nenhuma das duas equipes. Mas considero que pior foi para o Vasco, pois sem querer instigar uma maior rivalidade, mas um meio de campo com Christian, Toró, Jaílton, entre outros genéricos, era para entrar e arrasar. Mas é aquela velha história: clássico é clássico.
O Vasco jogou o jogo de sempre. Aquele time fechado, determinado, que tem menos volume de jogo, mas cria as melhores oportunidades. Assim foi.
No entanto, certamente o que fez mais falta ao Vasco não foi o Vilson e muito menos o Amaral, mesmo este sendo substituido pelo destro ambi-esquerdo Roberto Lopes. Aparentemente, o que tem feito mais falta é justamente jogar fora do seu caldeirão.
Considerações a parte, a hora H está se tornando um problema grave para nós. A hora de resolver. A hora na qual o objetivo é efetivamente alcançado. A hora de fazer o gol. Contra o São Paulo foi assim, foi assim contra o Flamengo. Até o Conca perdeu. Perdemos gols até o final do jogo, até o último minuto, literalmente.
Wagner Diniz recebe cruzamento na área, de cara pro gol, sem goleiro, chuta de pé esquerdo e ACERTA! WAGNER DINIZ ACERTA UM CHUTE FORTE!!!!! Bom demais para ser verdade. Allan Kardec, plantado na frente do gol tal qual uma barreira armada por Bruno, levou a bola no meio da face, evitando o que seria a vitória do Vasco.
Ironicamente, faltou presença de espírito ao garoto.

PS: Se o Cruzeiro jogar o futebol que jogou contra o Flamengo, pode se preparar para voltar para Minas Gerais com uma derrota daquelas destruidoras do bem estar. Que assim seja, e que o Vasco assim embale e acerte essa reta final acelerado!

Saudações Cruz-Maltinas

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Uh tá maneiro o Dodô é artilheiro!

Até que enfim poderei escrever aqui sobre uma vitória do Botafogo, uma não duas. Começamos a manhã tomando uma porrada do náutico,biribinha mal respirava.Sete dias após o acidente ele já corre feliz no quintal ,graças ao remédio que o doutor cuca receitou, remédio esse que surtiu efeito imediato.o nome?Corinthians.
Começando pela “susu”,a primeira dosagem do remédio.Poderíamos perder por até um gol de diferença que estaríamos classificados.E o que fizemos?Ganhamos de dois a um. Vitória perfeita pra dar confiança e moral pra equipe não só na “susu”, mas no brasileiro também.
No jogo do meio da semana, jogamos com o regulamento de baixo do braço.Como uma boa vantagem conquistada no primeiro jogo (3x1 no maracanã) o botafogo se segurou atrás e fez o que sabe fazer de melhor o toque de bola,o Corinthians com seu time limitado não ofereceu perigo algum.Não,eu não gostei do jogo.Mas vi lampejos daquele carrossel alvinegro que encantou a torcida no inicio do brasileiro.Ganhamos passamos pras oitavas de final,que venha o River.
Já no final de semana, a ultima dosagem do remédio. O botafogo voltou ao Pacaembu,lugar de ótimas lembranças, só que agora pelo campeonato brasileiro,e ganhou novamente o freguês Corinthians.Duas vitórias em menos de uma semana.E se manten vivo na disputa por uma vaga na tão concorrida “lili”.
O botafogo novamente não apresentou um bom futebol e o jogo em si foi duro de se ver,pior do que o de quarta,muitos passes errados dos dois lados.Mas valeu por dois motivos a estréia de Roger,o quinto camisa um do botafogo no ano de 2007,não foi muito exigido mas mostrou estrela ao sair de campo sem tomar gol,coisa que não acontecia a algum tempo mas o melhor foram os três pontos conquistados.Chegando aos 42 pontos empatado com o santos em quarto lugar no campeonato.

Susu:
Melhor em campo: Zé Roberto (No jogo da “susu”infernizou a defesa corintiana com dribles e mais dribles)
Pior em campo:Jorge Henrique (Parecia abalado com a expulsão do ultimo jogo e não rendeu o que a torcida espera dele,as famosas arrancadas pela ponta esquerda e dribles desconcertantes)

Campeonato Brasileiro:
Melhor em campo: Zé Roberto(Não tão brilhante mas deu trabalho novamente a defesa adversária)
Pior cem campo: Renato Silva (Não comprometeu mas na duvida o titulo de pior vai pra ele)

Ps1: Vasco 1x1Flamengo .Resultado ruim para as duas equipes,mas boa para o botafogo que volta ao G4,Vasco jogou melhor merecia a vitória ,alguns pênaltis não marcados mas deixo para os amigos Januario e galinha comentarem esse jogo,valeu por passar o Vasco na classificação e o flamengo continuar ali pela zona de risco.

Ps2:Deixei o melhor para o final,Dodô.Aos poucos ele vai voltando a apresentar aquele futebol que o consagrou como o artilheiro dos gols bonitos fez dois gols decisivos e belos gols,quase não tocou na bola nos dois jogos,craque é assim quando tem a bola nos pés decide.Não quero falar dos gols e sim do belo drible aplicado pra cima do zagueiro corintiano( ex-vasco) Fábio Braz na mesma área na qual o baixinho Romário driblou o zagueirão batata.Que drible!Sensacional!Lindo de se ver. Valeu o ingresso, obrigado Dodô!Saudações alvinegras!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Aos retranqueiros de plantão: "Jogo ofensivo ou morte!!!"

7 de Setembro de 1822. D. Pedro declara a independência do Brasil, que, infelizmente, ainda não foi realizada de fato, mas isso é assunto pra outro blog. Década de 90 do século seguinte, nossos "queridos" dirigentes de clubes de futebo seguem a "maravilhosa" lógica do neoliberalismo, implementada pelo "saudoso" Collor de Mello, e o pensamento xenófilo, em que "só o que vem de fora é que bom", e importam um "belo" produto do futebol Europeu e seus "arrojados" técnicos.

O produto importado mais parece um "Cavalo de Tróia"; um presente de grego que vem minando, aos poucos, a principal virtude do nosso futebol, que o fez ganhar cinco copas do mundo: a habilidade natural do jogador brasileiro. Como sabemos, os jogadores brasileiros, desde pequenos, são treinados para desenvolver sua força, seu "jogo de corpo" em detrimento de sua habilidade e fundamentos básicos. A justificativa que coordenadores de categorias de base dão é a de que "o futebol de hoje em dia é muito mais disputado de que o de antigamente, e, por isso, o jogador precisa de, antes de mais nada de muita força física." Perfeitamente, o futebol atual é mais violento do que o de antigamente, mas eu discordo do argumento. Podem até me chamar de ingênuo, mas jogador que é habilidoso de verdade, sabe muito bem driblar as faltas, literal e metaforicamente. É lógico que um jogador tem que ter um mínimo de força física. Peguemos o exemplo do Flamengo da década de 80. Zico chegou ao Flamengo extremamente franzino, os preparadores físicos do clube adotaram o procedimento padrão daquela época: um trabalho de ganho de massa muscular sem exageros. Ao final desse trabalho, Zico não era um jogador nem muito fraco nem muito forte que aguentava os trancos e botinadas dos zagueiros mais grosseiros na medida do razoável. Muitos podem argumentar agora que Ronaldinho Gaúcho fez um trabalho de ganho exorbitante de massa muscular e continuou com a mesma habilidade. Tudo bem, mas não nos esquecemos de que ele é um em um milhão. Muitos jogadores da atualidade são submetidos a esse trabalho físico e perdem sim sua habilidade e, principalmente, sua velocidade.

Além disso, quando chegam às categorias mais avançadas: juvenil, júnior e profissional, recebem dos nossos "ousados" técnicos orientações para "pegar forte"; "apertar na marcação"; "jogar fechado pra sair nos contra-ataques e com muita disciplina tática". Resultado: um jogo horroroso.


7 de setembro de 2007. O Flamengo declara a Dependência total ao jogo feio e truculento.O processo de submissão ao estilo de jogo feio, mas eficaz e de resultado por parte do Flamengo, tal qual um desfile da Imperatriz Leopoldinense, chega a seu ápice na Gávea e a delegação rubro-negra parte para Porto Alegre com esse "espírito de luta" para o jogo do dia seguinte contra o Inter. Já na escalação do time titular, Joel é quem faz a primeira falta feia e na torcida. Com um meio-campo formado com três volantes, sendo um deles Leo MeRdeiros e com Renato Augusto no ataque (será que alguém entende porque nenhum técnico o escala no meio-campo???), ninguém precisa de adversários. Mas, tudo bem, não criemos pânico. Ainda temos algumas esperanças como Ibson (para mim, o melhor do elenco rubro-negro), vamo lá que ainda dá pra ganhar. Pra meu desespero e de "toda a torcida do Flamengo", literalmente, Ibson leva um pisão de Magrão. Muito Obrigado "arrojados" técnicos de futebol pelo "disciplina tática"! O Flamengo perde seu principal jogador, o mais habilidoso, aquele que não é apenas a espinha dorsal, mas o esqueleto todo do time, dando sustenção ao resto do corpo com seus passes precisos, ótimo domínio de bola e desarmes limpos.
Daí pra frente, foi um desastre, o pior jogo do Flamengo desde o término do Pan-americano. Natalino me coloca Toró, que tá mais pra garoa, "nego de bunda grande", como meu tio tricolor gosta de chamá-lo. E o resto vocês já sabem, uma afobação geral, um time totalmente desorganizado, que mesmo com 20 mil volantes não consegue marcar direito. O placar elástico de 3 a 0 pode até ter sido justo, o que não significa que foi mérito do Inter e sim da péssima atuação de todo elenco e comissão técnica do rubro-negro.

Acabo de ler no lancenet que Joel barrou Roger para o próximo jogo contra o Cruzeiro e a pesquisa do site indicava uma concordância de 70% dos internautas com o técnico rubro-negro. Não sei...Tudo bem que Roger esteve péssimo contra o Inter, mas é sempre bom lembrar que ele estava sozinho na armação das jogadas e aproximação com o ataque, devido à "brilhante" idéia de escalar Renato Augusto no ataque. E, além disso, no elenco atual do Flamengo, deveria ser proibido deixar de fora um jogador que mesmo que tenha jogado mal um jogo possa, a qualquer momento, fazer uma jogada de efeito em outra ocasião e resolver o jogo. Em outra matéria do lancenet, Joel diz que está procurando uma explicação para a fase de Renato Augusto. Joel, seu "gênio", será que é só você e Ney Franco que não percebem que ele NÃO sabe jogar no ataque e que rende bem melhor quando arma as jogadas, e chega na área adversária partindo de trás??????

Saudações Rubro-Negras!!
Abraço a todos,

Urubu-rei

PS: Perdão pelo excesso de aspas, mas é que a raiva é tanta que só com aspas irônicas pra não xingar e falar palavrão, já que me pediram pra não escrever palavrão porque acho que perde o blog sei lá...

Batalha dos Aflitos II-A vingança

E não é que domingo foi mesmo dia de bater em cachorro morto-coitado do biribinha- foi pisado, humilhado e levou um verdadeiro baile,o famoso “sapeca ia ia”. Jogou contra tudo e contra todos. Primeiro contra ele mesmo, depois contra o Sr. Rodrigo Martins Cintra e por ultimo contra o time do Náutico-cachorro ressuscitado-que contou com Acosta em noite inspirada.
O time do náutico em si é fraco, e muito, mas o botafogo mostra total descontrole, prova disso foi a peitada de Jorge Henrique no Sr. Rodrigo Martins Cintra.Já perdemos a voz com a suspensão de Túlio, agora perderemos nossas patas com a suspensão de Jorge Henrique. O Náutico soube aproveitar a ajuda do Sr. Rodrigo Martins Cintra, o destempero do Botafogo, o fator mando de campo e o seu principal jogador nesse brasileiro, o único que vem fazendo a diferença nesse time limitado que é o do náutico.
Declaração do Cuca após o jogo de ontem “O juiz e o Botafogo foram um desastre, mas não quero comentar isso. Minha mensagem é outra. O Botafogo quase foi campeão carioca, quase conquistou a Copa do Brasil, não vou aceitar uma quase vaga na Libertadores. Não quero desculpa. Tem que ser macho e vestir a camisa. É hora de dar tudo e unir todos do clube para chegar ao objetivo. Não estou achando culpado algum, pois o maior culpado sou eu. Chega de quase” e completou: “É hora de ver se o Botafogo é dirigido, é treinado e representado dentro de campo por meninos ou homens. Se for time de homens, volta com seis pontos de São Paulo. Não pode ficar empurrando, quem quer ser grande tem que ter atitude de grande. Tem que ter a mesma força sempre.”
Biribinha no momento agoniza após a surra levada ontem na batalha dos aflitos II.Mas não acredito que já esteja morto ou sem chances de reabilitação gostei da declaração do cuca. Acredito que ele seja o melhor pra salvar biribinha dessa situação.
Precisamos de uma seqüência de vitórias urgente pra sairmos dessa delicada situação e brigar de vez por uma vaga na lili.
Pior em campo: Sr. Rodrigo Martins Cintra(Dá tristeza ver como anda nossa arbitragem)
Melhor em campo: Leandro Guerreiro(Sempre ele)

sábado, 8 de setembro de 2007

A Tourada (Vasco 0 x 2 São Paulo)

Neste campeonato, as derrotas do Vasco, de uma forma geral, foram marcadas por dois aspectos:
- Sempre como visitante
- Sempre fazendo lambança

Como visitante, é sempre um resultado esperado. As lambanças ainda dão um toque de descontração, e contra o Grêmio, foi bem assim.
Pois bem, esse sábado foi diferente.
Arena cheia!
Entramos na tourada determinados a ganhar! E como! Começo do jogo, vestimos a camisa do touro, corremos como nunca, pressionamos como em nenhuma outra partida do campeonato. O grande São Paulo sendo encolhido pela força da torcida e da vontade do time do Vasco. Porém, não satisfeito por ter apenas o melhor elenco, a melhor estrutura, o maior estádio e a maior conta bancária, o São Paulo ainda contava com um recurso muito mais determinante: a Sorte! Duas foram as bolas na trave no primeiro tempo. Confesso que estava animado com o jogo, mas os gols foram sendo perdidos, a bola teimando em não entrar, o São Paulo ia escapando ileso, quando Muricy Ramalho dá o golpe de mestre. Com os laterais perdidos em campo, ele me tira do banco o Jadilson (do BANCO!) e passa o Jorge Vagner pro meio. Apito, 0 a 0. Fim do primeiro tempo, fim do jogo. Ao Vasco, que foi para o intervalo com 9 chutes a gol contra 0 do São Paulo, restou agonizar durante o segundo tempo. Definhou exponencialmente. Os jogadores vascaínos sabiam que para vencer esse São Paulo, não se pode deixar passar as oportunidades. E enquanto elas iam passando, o abatimento foi tomando conta de um por um. Leandro Amaral, por exemplo, parecia ter transtorno bipolar, tamanha foi a diferença entre seu desempenho do primeiro e do segundo tempo. Esgotado física e mentalmente, o time cruzmaltino exalava tristeza. Parecia querer deitar debaixo da coberta e dormir. Mas mesmo prevendo seu destino, se segurava em pé, inconformado.
Quando numa jogada em que a nossa defesa de tão imóvel parecia um time de botão, Dagoberto desfere a primeira estocada. Acerta um chute daqueles, mostrando que quando a vontade perde a voz, a qualidade manda na conversa. Daí pra frente, o São Paulo só se defendeu, contra um time quase inofensivo. Os defensores tricolores se multiplicavam covardemente. Os contra-ataques, mesmo não resultando em gol, mostravam ao Vasco que desperdiçar chances contra o São Paulo era fatal.
Superioridade de quem soube se aproveitar da afobação do outro, inverter o panorama da partida, rodear, cansar o adversário e executá-lo na hora certa.
Aos 48 minutos, o golpe de misericórdia. 2 a 0.
O Vasco desaba desfalecido.
Vitória do toureiro.

PS: O primeiro tempo do jogo provou que é mesmo difícil, mas não é impossível ganhar ou pelo menos fazer gols no São Paulo. Agora o Cruzeiro, o Santos, o Botafogo e o Grêmio sabem disso.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

E ninguem cala!

São Paulo, Cruzeiro e Vasco tropeçaram. E o botafogo o que fez?Tropeçou também. E a cada rodada nos distanciamos do tão sonhado titulo. Muitos me chamam de louco e até doente mas,só vou deixar de acreditar quando não houver mais chances matemáticas. Assim como já falei no primeiro post “ser botafoguense é acreditar no imprevisível,É acreditar no impossível.É ser supersticioso. Acreditar na sorte, nos céus,nos números, nos mínimos detalhes.”
QUE FASE!Haja paciência pra aturar esse time sem a menor estrutura psicológica. O time que jogava o melhor futebol do Brasil desandou perdeu a cabeça e ñ faz mais gols como antes. Mas o pior de tudo é que a defesa ainda toma os gols que tomava antes.Jogou bem sim,alias,jogou melhor do que o Palmeiras mais como era de se esperar tomou um gol,como sempre e perdeu milhares. Só o Dodô perdeu três que até o Januário faria !O apelidado carrossel do inicio do ano se transformou em um bando de maluco atrás da bola sem eficiência nenhuma.Afinal se não concretiza as chances criadas em bola na rede se torna um time ineficiente. Sem contar que o botafogo tenta em vão encontrar aquele “toque de bola” que o deixou por muito tempo como líder do campeonato,espero que encontre logo,o campeonato está embolado e os lideres se distanciando e não podemos passar tanto tempo assim sem vencer em casa,já são cinco jogos.Domingo é bater em cachorro morto. Estarei lá nos aflitos com um olho no campo e outro no resto da rodada,obrigação vencer o nautico. A vaga na lili é questão de honra!

Pior em campo: Coutinho (Lamentável)
Melhor em campo: Leandro Guerreiro (Que categoria pra desarmar e sair jogando,e que raça)Saudações alvinegras!

12 camisas

Quando foi convidado para ser o representante do Flamengo neste blog, confesso que fiquei um pouco hesitante. Isso porque estou em uma fase um pouco diferente da minha vida e já não tenho mais aquela paixão adolescente insana pelo futebol. Entretanto, bastou eu voltar a comparecer ao Maracanã no Flamengo e Botafogo na semana passada, para todo aquele amor vir à tona. Impossível não entrar no Mário Filho pela rampa de acesso com a maior e mais festiva torcida do Brasil entoando cantos e hinos e, de imediato, não se emocionar. Assim como entrar na arquibancada e ver a imensa torcida rubro-negra fazendo o "maior show da Terra" e não se arrepiar é, para mim, algo inimaginável. Tudo bem que o time anda melhorando com as contratações de Roger, Ibson e Maxi, mas ainda está longe de ser Flamengo. Se ainda existe algum gás que mantém a chama acesa do Flamengo e a vontade de se continuar a torcer pelo time, esse gás é a mística da camisa vermelho e preta e, ironicamente, sua própria torcida. Como Freud já dizia, o indivíduo dentro da multidão perde a noção do seu real poder e devido à força do coletivo ganha dotes sobre-humanos. Assim o é na torcida do Mengão em que uma voz é multiplicada por milhares que se tornam um som uníssono de amor eterno por algo que nem palpável é. Estranho, né? Pode até ser, mas é inegavelmente lindo. Sei que por ser o rubro-negro dos 4 blogueiros, vou ouvir muito, pois desde que eu me entendo por gente as outras torcidas se juntam para falar mal do Flamengo. Portanto, para meus três grandes amigos deixo esta citação de um tricolor dos mais fanáticos e ilustres, que retrata o que acontece até hoje, vide o jogo de ontem contra o Figueirense em que o Flamengo quase foi liquidado no início do segundo tempo, mas reagiu graças à força de sua torcida e ao peso de sua camisa:
"Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: - quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável." Nelson Rodrigues
PS: Por falar nisso, a camisa nova do Mengão relembrando os tempos áureos de Zico, Junior e Cia. está linda, a não ser por dois pequenos poréns:
o excesso de logotipos da petrobrás (será que realmente vale a pena deixar a camisa tão poluída quanto um macacão de piloto de fórmula 1 para não receber nada a mais por isso?) ;
qualquer coisa que é fabricada pela nike nunca poderia ser chamado de linda, mesmo sendo o manto sagrado, me dói elogiar algo feito por uma empresa que terceiriza seus serviços para empresas que empregam trabalho infantil e escravo em países como Paquistão, China e Indonésia.
Bons tempos em que as camisas só continham as cores e os escudos dos clubes!

Abraços a todos e bom feriado!

Sou Tricolor de Coração

Sou tricolor de coração
Sou do clube tantas vezes campeão
Fascina pela sua disciplina
O Fluminense me domina
Eu tenho amor ao tricolor

Salve o querido pavilhão
Das três cores que traduzem tradição
A paz, a esperança e o vigor
Unido e forte pelo esporte
Eu sou é tricolor

Vence o Fluminense
Com o verde da esperança
Pois quem espera sempre alcança
Clube que orgulha o Brasil
Retumbante de glórias
E vitórias mil


Vence o Fluminense
Com o sangue do encarnado
Com amor e com vigor
Faz a torcida querida
Vibrar de emoção o tricampeão

Vence o Fluminense
Usando a fidalguia
Branco é paz e harmonia
Brilha com o sol
Da manhã
Qual a luz de um refletor
Salve o Tricolor

Nada mais justo com o Fluminense Football Club do que iniciar o blog com o seu glorioso hino popular, o qual já encheu de lágrimas tantos olhos Tricolores, nas vitórias e nas derrotas.

Fica aqui a minha homenagem a todos os Tricolores do Brasil e do Mundo e ao próprio Fluminense (único clube brasileiro já garantido na Libertadores 2008). E que venha o Sport!

Abrs
ST

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Pé Esquerdo (Grêmio 3 x 1 Vasco)

Bom, o que dizer da estréia do blog?
Poderia ser pior?
Difícil. Grêmio 3 x 1 Vasco. Começou com ele, nosso protagonista, o Pé Esquerdo!
Aliás, quem também começou com o Pé Esquerdo foi o Vasco. Logo aos 9 minutos levou o primeiro gol. Uma falha inicial do Vilson, que saiu jogando errado, Jorge Luiz fez a falta, e o colombiano Bustos (belo nome) cobrou muito bem. De pé direito, é claro.
Logo depois, uma sensação de alívio! Allan Kardec chuta, a bola desvia no Pé Esquerdo do zagueiro do Grêmio, Saja se complica, gol do Vasco. Será que o Pé Esquerdo iria nos salvar?
Pura ilusão. Logo em seguida, levamos o segundo gol. De pé direito, novamente. Então, partindo para o ataque, Wagner Diniz faz o cruzamento em direção ao único canhoto do time, Rubem Júnior, mas a bola vem na cabeça. Grande defesa de Saja.
Sentindo falta daquele que mais honra seu nome, o canhoto Conca, suspenso, o Pé Esquerdo prega mais uma peça. Perdigão, único organizador de jogadas do meio de campo do Vasco na partida, sai com dores. Adivinhem aonde?! E pra piorar, é substituído por um jogador destro que tem dois Pés Esquerdos: Roberto Lopes.
Imagino o que aconteceu depois. Imagino literalmente, por que a essa altura do campeonato, com Roberto Lopes, Marcelinho e Amaral no meio de campo, joguei a toalha.
Ainda tive fôlego para voltar ao quarto e ver o Wagner Diniz driblar o goleiro gremista e chutar, de Pé Esquerdo, por cima do gol.
Feliz foi o Sandro Goiano. Fez o terceiro do Grêmio, chutando de direita, sem arriscar usar o famigerado Pé Esquerdo.

Um abraço

Saudações Cruz-Maltinas

Só pra começar

Ser botafoguense é acreditar no imprevisível,É acreditar no impossível.É ser supersticioso.Acreditar na sorte, nos céus,Nos números, nos mínimos detalhes.Imperceptíveis a um simples mortal.É não ser um simples mortal é torcer e chorar.É se emocionar ao cantar o hino,Chorar ao ouvi-lo.Cantá-lo em coro, fazendo do Maracanã, o lugar mais lindo do universo.É ser um tempero a mais no Caldeirão,Ter a mais absoluta certeza de que tudo seria diferente se lá estivesse:Gritando, chorando e torcendo.É fazê-lo ferver.É apoiar e incentivar sempre,Ainda que a situação pareça irrecuperável. É um estado de espírito.É tornar-se dependente de sua paixão.É ter alma e coração voltados a uma Estrela Solitária,Ser conduzido por ela,E a Ela entregar seu destino.É ter fé e acreditar na religião Botafogo.É ter uma santa a quem creditar as vitórias.É acreditar em todas as religiões,Em todos os santos, em todos os deuses. É fazer parte de uma história centenária, gloriosa.É ser glorioso. É ser humilhado, rebaixado,É voltar à Primeira DivisãoComemorá-la como o maior título da história.Mesmo não sendo um título.É ficar 21 anos sem ganhar um campeonatinho.E conquistá-lo tão gloriosamente,Logo sobre o eterno freguês,Num show de emoções e superstiçõesÉ ter uma casaMaravilhosa, histórica, linda e única.É não aceitar perdê-la.E é recuperá-la majestosamente.É sofrer (e, uma vez ou outra, comemorar)...Com as coisas que só acontecem a nósSair vitorioso e, principalmente, derrotado nos últimos minutos.Mas sem abaixar a cabeça, jamais.Mantê-la erguida,Manter-se forte, otimista e orgulhoso.Sempre. É fazer da morte, uma nova vida, uma nova paixão;Fazer do desastre, a recuperação;Da tristeza, a felicidade.Da crise, o título.É ter o mais fantástico jogador de todos os tempos,O mais profissional, competente, apaixonado e perfeito lateral esquerdo,O maior descobridor de craques e filósofo da bola,O maior presidente,O cachorrinho mais apaixonante e sortudo,E a camisa mais linda,Como nenhum outro clube pode possuir.Ser botafoguense é ser único.Inconfundível, incomparável e incompreensível. Ser botafoguense é virar poeta para expressar seus apaixonados sentimentos.

Prefácio

Salve galera amante da bola!

Estamos inalgurando aqui mais um blog para falar de futebol. E logo de partida, digo que não vou começar com aquele tradicional discurso de vendedor, dizendo: "esse blog é diferente", "nossos colunistas são os melhores", tralalalalalala... Nosso blog não tem nada de diferente. Falamos de futebol e é isso que interessa. Nossos colunistas também não são lá essas coisas. São todos torcedores que acompanham seus respectivos times, sem essa de imparcialidade, análise tática complexa, teorias aprofundadas e nem estatísticas pesadas. Muito menos pretendemos ficar lamentando que o futebol dos tempos passados não volta mais.
Esses aspectos ficam para os jornalistas experientes, e que não são poucos.
Escreveremos com sentimento e parcialidade, características dignas de alguém que é e pode ser um torcedor apaixonado por seu time, e esperamos e contamos com muitos comentários.
Portanto, tudo pode acontecer neste blog daqui em diante.
A voz do povo é a voz de Deus